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Biografia de António Morão

por José P. Santos, em 18.12.18

Post. em Construção, chegou a hora de lembrar este Pesense.

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António Gil Morão nasceu no Peso a 26 de Março de 1925 e faleceu às 11,00 horas do dia 13 de Fevereiro de 1997 no Hospital do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, tendo sido sepultado às 17,00 horas do dia 14 de Fevereiro de 1997 no cemitério do Fundão:

 

 “Com um percurso notável no mundo eclesial e da cultura, como lembram os textos que hoje publicamos, teve papel destacado como professor dos Seminários do Fundão e da Guarda, e deixou nas freguesias de Malpartida e da Orca, que paroquiou, o traço de um raro empenhamento. Jornalista e chefe de redacção do «Jornal do Fundão» teve uma acção cultural de relevo e uma intervenção cívica de grande coragem e frontalidade. Exerceu actividades docentes na Escola do Magistério e na Escola Secundária. Viveu sempre os problemas do Fundão com grande intensidade e essa disponibilidade levou-o mesmo à presidência da Associação Desportiva do Fundão, antes do 25 de Abril. Em 1978, vai para a Alemanha, onde é professor de português. Quando regressa, nos anos 80, volta à Secundária do Fundão, onde se aposenta como professor.”48 Com o título “António Morão, terra de asilo” foi publicado no Jornal do Fundão: “Meu caro Morão, terra de asilo, de tantos a quem ensinaste que a vara da palavra fende as muralhas, da rocha faz jorrar água e da prisão um canto à liberdade. (…) É difícil encontrar tanto homem num homem só: Não se pode meter um oceano num rio nem uma floresta num horto.”49

Fontes e Bibliografia da Corda do Rio Dominguiso, Vales do Rio, Peso, Coutada e Barco – José Baptista 2016

https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/5793/1/4855_9658.pdf

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“Tenho uma grande admiração pelo padre António Morão. Quando passava férias na terra dos meus avós (Orca), foi da boca dele que eu, pobre inculto, com 15 anos, ouvi pela primeira vez falar da existência do PCP e do Álvaro Cunhal. Foi ele que me deu a conhecer a Vida e Morte Severina , de João Cabral de Melo Neto e, ainda, a música de Chico Buarque e o nome de escritores como Jorge Amado. “

Escritor: Vergílio Ferreira

http://alegriabreve47.blogspot.com/2012/06/carta-ao-jornal-do-fundao.html

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